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domingo, 14 de agosto de 2011


Parabéns meu amor, feliz dia dos pais 
você é um ótimo pai e um excelente marido
Te amo muito !


sábado, 2 de julho de 2011

Dia importante na Bahia


A comemoração do dia 2 de Julho é uma celebração às tropas do Exército e da Marinha
Brasileira que, através de muitas lutas, conseguiram a separação definitiva do Brasil do domínio de Portugal, em 1823. Neste dia as tropas brasileiras entraram na cidade de Salvador, que era ocupada pelo exército português, tomando a cidade de volta e consolidando a vitória.

Esta é uma data máxima para a Bahia e uma das mais importantes para a nação, já que, mesmo com a declaração de independente, em 1822, o Brasil ainda precisava se livrar das tropas portuguesas que persistiam em continuar em algumas províncias. Então, pela sua importância, principalmente para os baianos, todos os anos a Bahia celebra o 2 de Julho. Tropas militares relembram a entrada do Exército na cidade e uma série de homenagens são feitas aos combatentes.
Entre todas as comemorações, a do ano de 1849 teve um convidado muito especial. O marechal Pedro Labatut, que liderou a tropas brasileiras nas primeiras ofensivas ao Exército Português, participou do desfile, já bastante debilitado e sem recursos financeiros, mas com a felicidade de homenagear as tropas das quais fez parte.
Para chegar a este dia, muita luta foi travada...
O Brasil do início do século XVIII ainda era dominado por Portugal, enquanto o Rio de Janeiro, Pernambuco, Minas Gerais e a Bahia continuavam lutando pela independência. As províncias não suportavam mais a situação e, percebendo os privilégios que o Rio de Janeiro estava recebendo por ser a capital, Pernambuco e Bahia resolveram se rebelar.
Recife deu início a uma revolução anti-colonial em 6 de março de 1817. Esta revolução tinha uma ligação com a Bahia, já que havia grupos conspiradores compostos por militares, proprietários de engenhos, trabalhadores liberais e comerciantes. Ao saber desta movimentação, o então governador da Bahia, D. Marcos de Noronha e Brito advertiu alguns deles pessoalmente.
O governo estava em cima dos conspiradores e, devido à violenta série de assassinatos, muito baianos resolveram desistir. Com toda esta repressão, a revolução de Recife acabou sendo derrotada. Os presos pernambucanos foram trazidos para a Bahia, sendo muitos fuzilados no Campo da Pólvora ou presos na prisão de Aljube, onde grande personagens baianos também estavam presos.
Movimentação pela independência:
Diante das insatisfações, começaram as guerras pela independência. Os oficiais militares e civis baianos passaram a restringir a Junta Provisória do Governo da Bahia, que ditava as ordens na época, e com esta atitude foi formado um grupo conspirativo que realizou a manifestação de 3 de Novembro de 1821.
Esta manifestação exigia o fim da Junta Provisória, mas foi impedida pela "Legião Constitucional Lusitana", ordenada pelo coronel Francisco de Paula e Oliveira. Os dias se passaram e os conflitos continuavam intensos. Muitos brasileiros morreram em combate.
Força portuguesa:
No dia 31 de Janeiro de 1822 a Junta Provisória foi modificada. E depois de alguns dias, chegou de Portugal um decreto que nomeava o brigadeiro português, Ignácio Luiz Madeira de Mello, o novo governador de Armas.
Os oficias brasileiros não aceitavam esta imposição, pois este decreto teria que passar primeiro pela Câmara Municipal. Houve, então, forte resistência que envolveu muitos civis e militares.

Madeira de Mello não perdeu tempo e colocou as tropas portuguesas em prontidão, declarando que iria tomar posse. No dia 19 de fevereiro, os portugueses começaram a invadir quartéis, o forte São Pedro, inclusive o convento da Lapa, onde haviam alguns soldados brasileiros. Neste episódio, a abadessa Sónor Joana Angélica tentou impedir a entrada das tropas, mas acabou sendo morta.
Concluída a ocupação militar portuguesa em Salvador, Madeira de Mello fortaleceu as ligações entre a Bahia e Portugal. Assim a cidade recebeu novas tropas portuguesas e muitas famílias baianas fugiram para as cidades do recôncavo.
Contra-ataque brasileiro:
No recôncavo, houve outras lutas para a independência das cidades e o fortalecimento do exército brasileiro. O coronel Joaquim Pires de Carvalho reuniu todo seu armamento e tropas e entregou o comando ao general Pedro Labatut. Este, assim que assumiu, intimidou Madeira de Mello.
Labatut organizou todo seu exército em duas brigadas e iniciou uma série de providências. Aos poucos o exército brasileiro veio conquistando novos territórios até chegar próximo a cidade de Salvador.
Madeira de Mello recebeu novas tropas de Portugal e pretendia fechar o cerco pela ilha de Itaparica e Barra do Paraguaçu. Esta atitude preocupava os brasileiros, mas os movimentos de defesa do território cresciam. E foi na defesa da Barra do Paraguaçu que Maria Quitéria de Jesus Medeiros se destacou, uma corajosa mulher que vestiu as fardas de soldado do batalhão de "Voluntários do Príncipe" e lutou em defesa do Brasil.
Contra-ataque brasileiro:
No recôncavo, houve outras lutas para a independência das cidades e o fortalecimento do exército brasileiro. O coronel Joaquim Pires de Carvalho reuniu todo seu armamento e tropas e entregou o comando ao general Pedro Labatut. Este, assim que assumiu, intimidou Madeira de Mello.
Labatut organizou todo seu exército em duas brigadas e iniciou uma série de providências. Aos poucos o exército brasileiro veio conquistando novos territórios até chegar próximo a cidade de Salvador.
Madeira de Mello recebeu novas tropas de Portugal e pretendia fechar o cerco pela ilha de Itaparica e Barra do Paraguaçu. Esta atitude preocupava os brasileiros, mas os movimentos de defesa do território cresciam. E foi na defesa da Barra do Paraguaçu que Maria Quitéria de Jesus Medeiros se destacou, uma corajosa mulher que vestiu as fardas de soldado do batalhão de "Voluntários do Príncipe" e lutou em defesa do Brasil.





Em maio de 1823, Labatut, em uma demostração de autoridade, ordenou prisões de oficiais brasileiros, mesmo sendo avisado do erro que estava cometendo, e acabou sendo cassado do comando e preso. O coronel José Joaquim de Lima e Silva assumiu o comando geral do Exército e no dia 3 de Junho ordenou uma grande ofensiva contra os portugueses. Com a força da Marinha Brasileira, o coronel apertou o cerco contra a cidade de Salvador, que estava sob domínio português, restringindo o abastecimento de materiais de primeira necessidade. Diante destes fortes ataques e das necessidades que estavam passando, Madeira de Mello enviou apelos e acabou se rendendo. Com a vitória, o Exército Brasileiro entrou em Salvador consolidando a retomada da cidade e fim da ocupação portuguesa no Brasil.



Personagens :

Caboclo e Cabocla:
Estas figuras simbólicas foram criadas para homenagear os batalhões e os heróis de 1823 que, pela bravura e coragem, lutaram pela liberdade do Brasil. A história conta que o povo resolveu fazer sua própria comemoração e, em 1826, levou uma escultura de um índio para representar as tropas, já que não poderia ser um homem branco, porque lembrava os portugueses, nem os negros que, na época, não eram valorizados. Vinte anos depois, a Cabocla foi incluída nas comemorações.

Maria Quitéria:
A maior heroína nas lutas pela independência do Brasil, na Bahia. Maria, ao ficar sabendo das movimentações sobre as lutas da independência, conseguiu uma farda do exército e se alistou para combater as tropas portuguesas. Participou de diversas batalhas e foi consagrada solenemente na chegada do exército à Salvador.

Joana Angélica:
Abadessa no convento da Lapa, Joana tentou proteger os soldados brasileiros contra a invasão do convento, mas acabou sendo morta.

Brigadeiro Ignácio Luiz Madeira de Mello:
Vindo de Portugal, assumiu o governo das Armas por imposição portuguesa. Tomou posse utilizando a força bruta e dominando a cidade de Salvador. Fortaleceu a relação entre Portugal e Bahia. Lutou contra o exército brasileiro.

General Pedro Labatut:
Foi quem assumiu o exército brasileiro das mãos do coronel Joaquim Pires de Carvalho e começou a enfrentar o exército português. Um homem duro, Labatut conseguiu reestruturar as tropas e reerguer a vontade pela liberdade do Brasil.

Coronel José Joaquim de Lima e Silva:
Assumiu o comando geral do exército brasileiro depois da prisão do general Pedro Labatut. Fez uma intensa ofensiva às tropas portuguesas. Conseguiu derrubar Madeira de Mello e assumir de volta a cidade de Salvador, vencendo a guerra.
Letra do Hino "Dois de Julho"
(Hino da Bahia)
Letra: Ladislau dos Santos Titara
Música: José dos Santos Barreto

Nasce o sol a 2 de julho
Brilha mais que no primeiro
É sinal que neste dia
Até o sol é brasileiro
Nunca mais o despotismo
Referá nossas ações
Com tiranos não combinam
Brasileiros corações

Salve, oh! Rei das campinas
De Cabrito e Pirajá
Nossa pátria hoje livre
Dos tiranos não será

Cresce, oh! Filho de minha alma
Para a pátria defender,
O Brasil já tem jurado
Independência ou morrer.

domingo, 12 de junho de 2011

DIA DOS NAMORADOS

feliz dia dos namorados para todos os namorados, namoradas, maridos, esposas, ficantes e um dia maravilhoso para aqueles que irão passar esse dia sozinhos ou ao lado de amigos. Que cada coração experimente a maravilha de estar com a uma pessoa ESPECIAL e que faz você se sentir FELIZ!!! Beije muito, divirta-se, NAMORE MUUUUITO!!!! Ou quem sabe não é a hora  certa para  fazer algo que queria a muito tempo? Pedir em casamento a namorada que está com vc a mais de  dez anos, começa um namoro" a data é propicia" , ou apena diz  EU TE AMO aquela que te acompanha a muito tempo.
É dia dos namorados, vai ficar aí  sentado(a)?







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sábado, 11 de junho de 2011

Mamonas Assassinas

Para a moçada de hoje saber 
EU OUVI MAMONAS ASSASSINAS !!!!
Quem não ouviu , nem viu Dinho e companhia , perdeu o  sucesso estrondoso dos anos 90.Faz mais de  14 anos,  que um grupo de cinco amigos, que compartilhavam entre si o dom de fazerem os outros rir, partiu levando consigo nossas risadas e nossos sonhos. (Pedro Bial ).
Quando “Os Mamonas Assassinas” morreram na verdade o mundo ficou mais triste, pelo menos para mim. Eu que na época até cheguei a pintar o cabelo de vermelho, por causa dos caras, era uma verdadeira febre não tinha essa de ser politicamente incorreto ou obsceno como vemos hoje em dia, era apenas diversão. 

Eu só sei que eles partiram cedo de mais (Como diz a canção do Renato Russo, onde os Bons morrem jovens), mas são apenas os meus devaneios de hoje que acordei saudosista.
Então para provar que “Os Mamonas” eram cultura aqui vai uma lista das 8 coisas que eu aprendi ouvindo os Mamonas Assassinas.
Mamonas Assassinas
  1. Que o Robocop era gay. Bem que eu desconfiava aquele estilo metálico meio andrógino de se vestir, os movimentos ao andar, tava na cara esse tempo todo.
  2. Que a porra da soma dos quadrados dos catetos é igual ao quadrado da porra da hipotenusa. Matemática aplica pura, garanto que muita gente decorou esta fórmula deste jeito.
  3. A linha do Sabão: Cra-Cra, Cré- Cré, Cri- Cri, Cró- Cró e Cru-Cru. Foram os melhores produtos para os cabelos ditos rebeldes, vide as maravilhas que elas faziam com os cabelos do saco.
  4. Aprendi também, a usar os “auto reverse” da vida e o movimento de translação que faz a terra girar. Ciência pura não precisa explicar mais nada.
  5. Que quem desmafagafar o ninho de Mafagafinhos bom demafagafinhador será. Esta seria uma profissão do futuro? Desmafagafinhador Profissional de Mafagafinhos.
  6. Uma Brasília amarela é um bom carro. Principalmente se você quer fazer amor com a sua gata ambos pelados em Santos.
  7. A verdadeira felicidade é ter um crediário nas Casas Bahia. Onde mais um pobre como eu conseguiria comprar algum objeto mais caro em 18x? No carne Casas Bahia?
  8. Aprendi também que se você for convidado para um “tal de suruba”, não vá ou mande sua mulher no seu lugar só para fazer presença, o resultado pode não ser tão agradável. É claro que depende de quem te convida para o suruba, se for a Mega Fox to dentro (se é que entenderam o trocadilho).












Fontes 
www.mundodosrecados.com.br 




quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Mamonas assassinas

Mamonas Assassinas, desenho 1024x768 Papel de Parede Wallpaper


 Irreverentes, os Mamonas Assassinas, talvez tenha sido a banda de mais sucesso na decada de 90. A banda que era formada por: Dinho (vocal), Samuel Reoli (baixo), Júlio Rasec (teclado), Sérgio Reoli (bateria) e Bento Hinoto (teclado), surgiu no ano de 1989, com apenas 4 integrantes, e se chamava Utopia.

Com o passar do tempo o vocalista Dinho se tornou o novo integrante do grupo, que então, começou a se apresentar nas periferias de São Paulo. Após gravarem seu primeiro disco, a banda iniciou uma grande turnê, se apresentando inclusive no Programa do Jô, Faustão, Xuxa,Gugu e Programa Livre. Os Mamonas tinha então uma carreira internacional, quando então no dia 3 de março de 1996, essa jornada foi interrompida por um trágico acidente, mas mesmo assim eles continuam em nossa memoria.



terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Canção de xangô

Homenagem ao homem mais importante de minha vida. Meu marido Tata Ricardo Nazazi ( Tumbancé)


Canto de Xangô

Vinicius de Moraes

Composição: Baden Powell / Vinicius de Moraes


Eu vim de bem longe, eu vim, nem sei mais de onde é que eu vim
Sou filho de rei muito lutei pra ser o que eu sou
Eu sou negro de cor mas tudo é só amor em mim
Tudo é só amor, para mim
Xangô Agodô
Hoje é tempo de amor
Hoje é tempo de dor, em mim
Xangô Agodô
Salve , Xangô, meu Rei Senhor
Salve meu Orixá
Tem sete cores sua cor
sete dias para a gente amar
Salve Xangô, meu Rei Senhor
Salve meu Orixá
Tem sete cores sua cor
sete dias para a gente amar
Mas amar é sofrer
Mas amar é morrer de dor
Xangô, meu Senhor, saravá!
Me faça sofrer
Ah me faça morrer
Mas me faça morrer de amar
Xangô, meu Senhor, saravá!
Xangô agodô


Mãe Xagui

Medalha Zumbi dos Palmares a Mameto Xagui O branco de Oxalá predominou na homenagem à líder religiosa O branco, cor de Oxalá e que simboliza a paz, tomou conta do Plenário Cosme de Farias na sexta-feira (17/12) à noite. Em sessão solene requerida e presidida pela vereadora Aladilce Souza (PCdoB), a líder religiosa Mameto Xagui, mais antiga sacerdotisa do Terreiro Tumba Junçara, da nação Angola, foi homenageada com a medalha Zumbi dos Palmares.

Homenagem a Nengwa Xagui ( Entrega da Medalha Zumbi dos Palmares)

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