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terça-feira, 9 de abril de 2013

FORA FELICIANO


ASSINE A PETIÇÃO
 
Pedimos aos Senhores Deputados Federais que destituam da presidência da Comissão de Direitos Humanos o Pr. Marco Feliciano (Partido Social Cristão; leia-se Assembléia de Deus), conhecido por comentários racistas e homofóbicos, além de não respeitar as religiões de matriz africana. É inaceitável que a comissão fique nas mãos de alguém que irá lutar contra qualquer avanço em direção ao reconhecimento dos direitos humanos no Brasil, uma matéria ainda tão frágil em nosso país. Para se ter um paralelo, imaginemos que países autoritários comandassem o Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas. Ao designar o Pr. Marco Feliciano para essa posição, os demais parlamentares realizam um ato que contraria a lógica ou o bom senso.
PARA ASSINAR  CLICK AQUI 

quinta-feira, 28 de março de 2013

Wagner Moura, Caetano Veloso, artistas e militantes pedem ‘Fora Feliciano’


Wagner Moura, Caetano Veloso, artistas e militantes pedem ‘Fora Feliciano’

Postado em: 26 mar 2013 às 18:29
Postagem original Pragmatismo Politico  Click AQUI

Caetano Veloso e Wagner Moura pedem saída de Feliciano de comissão. Ato contra parlamentar na Comissão de Direitos Humanos reúne artistas, políticos e movimentos religiosos e sociais

Um ato contra a atual política da Comissão de Direitos Humanos da Câmara representada pela presidência do deputado federal Marco Feliciano lotou o auditório da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) na noite desta segunda-feira no centro do Rio de Janeiro. Durante o evento foram coletadas assinaturas para um abaixo-assinado que será entregue nesta terça-feira ao presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB) contra a permanência do parlamentar acusado de racismo e homofobia.
caetano wagner moura feliciano
Ato contra Marco Feliciano na Comissão de Direitos Humanos reúne artistas, políticos e movimentos religiosos e sociais (Foto: O Dia)
O encontro teve a presença de artistas como Caetano Veloso, Wagner Moura, Dira Paes e Leandra Leal, dos parlamentares Marcelo Freixo (deputado estadual e presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Alerj), dos deputados federais Jean Wyllys, Chico Alencar (Psol), Erika Kokay e Alessandro Molon (PT), entidades religiosas, movimentos sociais e representantes indígenas.
“Esse ato é uma luta em defesa dos valores que historicamente fizeram a comissão de direitos humanos. Não é uma luta contra uma determinada pessoa ou religião, pelo contrário, é uma luta em defesa de todos os cidadãos e de todas as crenças religiosas”, falou Marcelo Freixo.
Segundo Freixo a substituição do deputado Marco Feliciano por outro com a mesma visão intolerante e preconceituosa não modifica os rumos da CDH em Brasília. “Estamos lutando para que o Feliciano deixe a presidência da Comissão, mas a saída dele precisa ir além, pois a grande maioria dos 18 deputados da comissão pertencem ao mesmo grupo político dele, a mesma política de anulação da comissão”, disse Freixo.
Para Caetano Veloso o momento é de união e de lembrar aos brasileiros que um Congresso livre, aberto e democrático só foi possível com muita luta.
- Não é admissível que essa Comissão de Direitos Humanos e de Minoria esteja sendo dirigida e presidida por um pastor que expressou nitidamente a intolerância, tanto da ordem sexual como racial. É fato conhecido e notório. Esse é um momento que nós deveríamos estar reunidos para tentar defender o que significa ter um Congresso. Porque o maior perigo é levar o povo brasileiro a desprezar esse nível do exercício do Poder Legislativo. Isso pode criar uma má impressão do que é democracia. Estamos reunidos aqui hoje para dizer que no Congresso não se pode fazer coisas absurdas, significa também dizer que nós não queremos viver sem o Congresso – afirmou o músico e compositor, muito aplaudido pela plateia presente.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Homofobia é coisa de VIADO! eu apoio esta campanha.

Tem que ser muito Homem para ser gay em nosso país 
O que faz dos homofóbicos melhores?

Click na imagem para ampliar 

Se você também apoia esta causa 
deixe seu comentário  ou poste em seu Face


Bjs 

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Diga Não a HOMOFOBIA!

Moramos em um país que precisa de leis para proteger Idosos, mulheres, crianças e agora homossexuais. Infelizmente precisamos de leis que façam cumprir nossos direitos e estão tentando vetar a lei que protegem os homossexuais. Até quando vão espancar,matar homossexuais, sem ter a devida punição para seus agressores ?
O povo não deve temer os seus governante , os governantes devem temer seu povo. Assim como elegemos senadores, deputado e outros, podemos tirá-lo. Precisamos apenas de proteção e não de mais homofóbicos.

Antonia Lucia



Homofobia é o termo utilizado para nomear qualquer tipo de discriminação e/ou aversão aos homossexuais. No sentido mais profundo da palavra, homofobia ainda significa medo que uma pessoa pode ter de se tornar um homossexual. Dessa forma, pode-se perceber que o termo é um neologismo.


Existem várias ramificações que justificam a homofobia. Algumas pessoas encaram a homofobia como uma manifestação semelhante ao racismo onde as pessoas se limitam às imposições da sociedade e não são abertas ao novo e outras já vêem a homofobia como um problema do século que contradiz os ensinamentos recebidos pela sociedade, pela família e pela religião.


Uma pessoa pode até não concordar com a homossexualidade, mas a partir do momento em que um ser humano, independente de sua cor, raça, credo ou sexo, é discriminado por ser homossexual, surge então o ato homofóbico. Atribui-se a ele a injúria, difamação, gestos e mímicas obscenas, antipatia, ironia, sarcasmo, insinuações e qualquer outra forma de criticar e banalizar o homossexual.


Em relação ao medo de se tornar homossexual muitas pessoas tentam o suicídio, tentam mudar sua orientação sexual, possuem baixa auto-estima, comportamento compulsivo, afastamento da família, busca refúgio em substâncias como álcool, desconfiança, autocrítica entre outras.


Há uma grande polêmica entre homossexualidade e religião, pois a Bíblia (livro utilizado pelo cristianismo) condena o ato homossexual e isso gera grande revolta nos homossexuais. Ainda existem outros grupos, independentes de religião, que não aceitam os homossexuais e por isso praticam crimes contra os mesmos, chegando até a tirar-lhes a vida.


FONTE:Fobias - Psicologia - Brasil Escola

quinta-feira, 10 de novembro de 2011




Estou assistindo a série Queer às folk, episódio por episódio, estou no episódio 3 da 2ª temporada, a semana passada vi  um vídeo  da serie no Youtube  e resolvi procurar a série . ADIVINHA ?!




EU ADOREI!!!!!!!!!!!!!!!!!!



Para os homofóbicos  é só um bando de bichinhas envergonhado os homens 
Mas para nós LGBT  e apoiadores da causa , achamos o máximo!
Pena que  esta série só passou no canal fechado.
Quem não assistiu  faz favor  ASSISTA !!!!!!!!
Quem já assistiu assista novamente.





Não esqueça de comentar 

quarta-feira, 24 de agosto de 2011


Façamos de 2011, o ano contra a Homofobia:


                                                            


Você aprendeu na escola sobre




respeitar os índios?



- Sim?!




- Virou índio?




- Não?!




Então por que diabos acha que ensinar 




seu filho 




a respeitar os 




homossexuais o fará se tornar um?





Comentem!!!!!!!!!!!!

sábado, 4 de junho de 2011

‘Dilma foi decepcionante'


Em entrevista à rádio metrópole no dia 31/5, o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) criticou a verdadeira guerra que está sendo travada em Brasília entre a bancada evangélica, os setores mais conservadores da política brasileira e aqueles que defendem o projeto Escola sem Homofobia, que ficou conhecido popularmente como ‘kit anti-homofobia’: “Dilma cedeu às pressões daquelas mesmas for-ças que fizeram uma campanha subterrânea contra ela no segundo turno das eleições. Isso foi absolutamente decepcionante”.Segundo Jean, a bancada evangélica, no caso Palocci, viu a oportunidade de chantagear a presidente em troca de apoio para blindar o ministro da Casa Civil. “Acho lamentá-vel que mais uma vez os direitos dos homossexuais tenham sido usados como moeda de troca nas negocia-ções políticas que envolvem o governo”, disse. O parlamentar falou que o deputado federal pelo Rio de Janeiro Anthony Garotinho (PP) encabeçou a “negociata”. “Ele apresentou aos deputados um material do Ministério da Saúde, do programa de redução de danos entre usu-ários de drogas e travestis, como se fosse o verdadeiro”, garantiu.Para exemplificar que o projeto em questão não traria nenhuma ameaça à família, Jean Wyllys citou a união estável entre homossexuais definida pelo Supremo Tribunal Federal. “No dia seguinte a essa decisão, a família brasileira não foi destruída, os heterossexuais não perderam nada”, pontuou
Salvador, 03 de junho de 2011
http://www.jornaldametropole.com.br



Você concorda que o Ministério da Educação distribua kits didáticos que discutam homossexualidade, transexualidade, gênero e diversidade para as escolas públicas?


Então participe da enquete , vá ate http://www.diversidade.papocabeca.me.ufrj.br/   e vote !

Eu sou a favor , acho que esta questão já foi deixada de lado por muito tempo. O que adianta  uma parada gay, uma união estável se na escola não pode ser discutida a sexualidade? É na escola que aprendemos a ler, a escrever... é na escola que  fazemos nossas primeiras escolhas : namorado, profissão e melhores amigos, e por que não na escola  aprender-mos com cada professor e cada aluno a respeitar as diferenças?
Precisamos de um novo modelo pedagógico, os livros  não tratam da sexualidade.
As pessoas continuam se comportando do mesmo jeito do tempo de meus avós a diferença destas pessoas e minha vó  é que, minha vó com 84 anos  não é tão preconceituosa .
Todos falam do Bullying, a mídia  divulga muita coisa sobre isso, o que eles não divulgam é que a maioria dos agressores  estão praticando a tal "Bullying" contra  crianças  e adolescentes que eles julgam serem  "viados e sapatonas" .  Gays são atacados em São Paulo e  a policia vai ver se isso foi um ataque homofóbico ou não, PQP @$#%*&  que país é esse?  Os agressores estão soltos e certamente farão novamente  


Só para vc entender 

Bullying é um termo utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (doinglês bully, tiranete ou valentão) ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender. Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de assédio escolar pela turma.

Homofobia (homo= igual, fobia=do Grego φόβος "medo", "aversão irreprimível"[1]) é uma série de atitudes e sentimentos negativos em relação alésbicasgaysbissexuais e, em alguns casos, contra transgêneros e pessoas intersexuais. As definições referem-se variavelmente a antipatia,desprezopreconceito, aversão e medo irracional.[2][3][4] A homofobia é observada como um comportamento crítico e hostil, assim como adiscriminação[2][3] e a violência com base em uma percepção de orientação não-heterossexual. Em um discurso de 1998, a autora, ativista e líder dos direitos civis, Coretta Scott King, declarou: "A homofobia é como o racismo, o anti-semitismo e outras formas de intolerância na medida em que procura desumanizar um grande grupo de pessoas, negar a sua humanidadedignidade e personalidade."[5]
Entre as formas mais discutidas estão a homofobia institucionalizada (por exemplo, patrocinada por religiões ou pelo Estado[6]), a lesbofobia, a homofobia como uma intersecção entre homofobia e sexismo contra as lésbicas, e a homofobia internalizada, uma forma de homofobia entre as pessoas que experimentam atração pelo mesmo sexo, independentemente de se identificarem como LGBT.
Duas palavras são originárias de homofobia: (adj.) homofóbica e homofóbico (n.), termos designados para pessoas que apresentam atitudes homofóbicas ou que pensam dessa maneira.

Preconceito (prefixo pré- e conceito) é um "juízo" preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude "discriminatória" perante pessoas, lugares ou tradições considerados diferentes ou "estranhos". Costuma indicar desconhecimento pejorativo de alguém, ou de um grupo social, ao que lhe é diferente. As formas mais comuns de preconceito são: social, "racial" e "sexual".
De modo geral, o ponto de partida do preconceito é uma generalização superficial, chamada "estereótipo". Exemplos: "todos os alemães são prepotentes", "os americanos formaram grandes grupos arrogantes", "todos os ingleses são frios". Observar características comuns a grupos são consideradas preconceituosas quando entrarem para o campo da agressividade ou da discriminação, caso contrário reparar em características sociais, culturais ou mesmo de ordem física por si só não representam preconceito, elas podem estar denotando apenas costumes, modos de determinados grupos ou mesmo a aparência de povos de determinadas regiões, pura e simplesmente como forma ilustrativa ou educativa.
Observa-se então que, pela superficialidade ou pela estereotipia, o preconceito é um erro. Entretanto, trata-se de um erro que faz parte do domínio da crença, não do conhecimento, ou seja ele tem uma base irracional e por isso escapa a qualquer questionamento fundamentado num argumento ou raciocínio.
Os sentimentos negativos em relação a um grupo fundamentam a questão afetiva do preconceito, e as ações, o fator comportamental. Segundo Max Weber (1864-1920), o indivíduo é responsável pelas ações que toma. Uma atitude hostil, negativa ou agressiva em relação a um determinado grupo, pode ser classificada como preconceito. Enfim, não ter preconceito é possuir a Lei de Mendel.
Sexismo é termo que se refere ao conjunto de ações e ideias que privilegiam entes de determinado gênero (ou, por extensão, que privilegiam determinada condição sexual) em detrimento dos entes de outro gênero (ou condição sexual). Embora seja constantemente usado como sinônimo de machismo é na verdade um hiperônimo deste, já que é possível identificar diversas posturas e ideias sexistas (muitas delas bastante disseminadas) que privilegiam o gênero feminino em detrimento do gênero masculino (há controvérsias, pois muitos desses "privilégios" dados às mulheres na verdade as aprisionam em padrões limitantes e opressivos que exigem comportamentos considerados moralmente superiores em relação aos dos homens).




Bom dia 

Antonia Lucia 

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Jô questiona o senador Crivella perante a homossexualidade




Como é possivel uma pessoa pensar desta maneira?


Se tudo que foi criado por Deus é bom então porque então há essa resistência em aceitar o que é diferente? Ser homossexual não é apenas uma opção, não é questão de querer ou não querer ser. Se fosse uma questão de escolha, com certeza o comodismo iria prevalecer e ninguém assumiria a sua orientação porque o preconceito existi e ainda é muito grande em nossa sociedade.


" Eu quero ser homossexual porque eu gosto de sofrer, sou masoquista..." O Jô Soares é demais!!!!!



Achei aqui : 
http://whysoseriouus.blogspot.com/2009/03/homossexualismo.html

Você sabe o que significa Homofobia?

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Não HOMOFOBIA


Vamos nos mobilizar. Votar, divulgar a votação, nos fazer valer e conhecer. Mandem e-mails a seus contatos, publiquem nos blogs, não deixemos passar em branco.
É uma conquista de suma importância a aprovação desse projeto. Mostremos que também temos voz. Essa é a nossa hora!
Participe!

Deixe seu recado

Não HOMOFOBIA


Nos últimos 30 anos, o Movimento LGBT Brasileiro vem concentrando esforços para promover a cidadania, combater a discriminação e estimular a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
A partir de pesquisas que revelaram dados alarmantes da homofobia no Brasil, a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), juntamente com mais de 200 organizações afiliadas, espalhadas por todo o país, desenvolveram o Projeto de Lei 5003/2001, que mais tarde veio se tornar o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006, que propõe a criminalização da homofobia.
O projeto torna crime a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero - equiparando esta situação à discriminação de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, sexo e gênero, ficando o autor do crime sujeito a pena, reclusão e multa.
Aprovado no Congresso Nacional, o PLC alterará a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, caracterizando crime a discriminação ou preconceito de gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero. Isto quer dizer que todo cidadão ou cidadã que sofrer discriminação por causa de sua orientação sexual e identidade de gênero poderá prestar queixa formal na delegacia. Esta queixa levará à abertura de processo judicial. Caso seja provada a veracidade da acusação, o réu estará sujeito às penas definidas em lei.
O texto do Projeto de Lei PLC 122/2006 aborda as mais variadas manifestações que podem constituir homofobia; para cada modo de discriminação há uma pena específica, que atinge no máximo 5 anos de reclusão. Para os casos de discriminação no interior de estabelecimentos comerciais, os proprietários estão sujeitos à reclusão e suspensão do funcionamento do local em um período de até três meses. Também será considerado crime proibir a livre expressão e manifestação de afetividade de cidadãos homossexuais, bissexuais, travestis e transexuais.    
Apesar dos intensos esforços e conquistas do Movimento LGBT Brasileiro em relação ao PLC 122, ainda assim, ele precisa ser votado no Senado Federal. O projeto enfrenta oposição de setores conservadores no Senado e de segmentos de fundamentalistas religiosos. Por este motivo, junte-se a nós e participe da campanha virtual para divulgar e pressionar os senadores pela aprovação do projeto.
Para ler o projeto de lei na íntegra, clique aqui.
Por quê a lei?
  • Ainda não há proteção específica na legislação federal contra a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero;
  • Por não haver essa proteção, estimados 10% da população brasileira (18 milhões de pessoas) continuam a sofrer discriminação (assassinatos, violência física, agressão verbal, discriminação na seleção para emprego e no próprio local de trabalho, escola, entre outras), e os agressores continuam impunes;
  • Por estarmos todos nós, seres humanos, inseridos numa dinâmica social em que existem laços afetivos, de parentesco, profissionais e outros, essa discriminação extrapola suas vítimas diretas, agredindo também seus familiares, entes queridos, colegas de trabalho e, no limite, a sociedade como um todo;
  • O projeto está em consonância com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, da qual o Brasil é signatário: “Artigo 7°: Todos são iguais perante a lei e, sem distinção, têm direito a igual proteção da lei. Todos têm direito a proteção igual contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação”;
  • O projeto permite a concretização dos preceitos da Constituição Federal: “Art. 3ºConstituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação [...] / Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”;
  • O projeto não limita ou atenta contra a liberdade de expressão, de opinião, de credo ou de pensamento. Ao contrário, contribui para garanti-las a todos, evitando que parte significativa da população, hoje discriminada, seja agredida ou preterida exatamente por fazer uso de tais liberdades em consonância com sua orientação sexual e identidade de gênero;
  • Por motivos idênticos ou semelhantes aos aqui esclarecidos, muitos países no mundo, inclusive a União Européia, já reconheceram a necessidade de adotar legislação dessa natureza;
  • A aprovação do Projeto de Lei contribuirá para colocar o Brasil na vanguarda da América Latina, assim como o Caribe, como um país que preza pela plenitude dos direitos de todos seus cidadãos, rumo a uma sociedade que respeite a diversidade e promova a paz.
Fonte: Projeto Aliadas – ABGLT
Verdades e Mentiras sobre o PLC 122/06
Desde que começou a ser debatido no Senado, o projeto de lei da Câmara 122/2006, que define os crimes resultantes de preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero tem sido alvo de pesadas críticas de alguns setores religiosos fundamentalistas (notadamente católicos e evangélicos).

Essas críticas, em sua maioria, não têm base laica ou objetiva. São fruto de uma tentativa equivocada de transpor para a esfera secular e para o espaço público argumentos religiosos, principalmente bíblicos. Não discutem o mérito do projeto, sua adequação ou não do ponto de vista dos direitos humanos ou do ordenamento legal. Apenas repisam preconceitos com base em errôneas interpretações religiosas.

Contudo, algumas críticas tentam desqualificar o projeto alegando inconsistências técnicas, jurídicas e até sua inconstitucionalidade. São críticas inconsistentes, mas, pelo menos, fundamentadas pelo aspecto jurídico. Por respeito a esses argumentos laicos, refutamos, abaixo, as principais objeções colocadas:


1. É verdade que o PLC 122/2006 restringe a liberdade de expressão?

Não, é mentira. O projeto de lei apenas pune condutas e discursos preconceituosos. É o que já acontece hoje no caso do racismo, por exemplo. Se substituirmos a expressão cidadão homossexual por negro ou judeu no projeto, veremos que não há nada de diferente do que já é hoje praticado.

É preciso considerar também que a liberdade de expressão não é absoluta ou ilimitada - ou seja, ela não pode servir de escudo para abrigar crimes, difamação, propaganda odiosa, ataques à honra ou outras condutas ilícitas. Esse entendimento é da melhor tradição constitucionalista e também do Supremo Tribunal Federal.

2. É verdade que o PLC 122/2006 ataca a liberdade religiosa?

Não, é mentira. O projeto de lei não interfere na liberdade de culto ou de pregação religiosa. O que o projeto visa coibir são manifestações notadamente discriminatórias, ofensivas ou de desprezo. Particularmente as que incitem a violência contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.

Ser homossexual não é crime. E não é distúrbio nem doença, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde). Portanto, religiões podem manifestar livremente juízos de valor teológicos (como considerar a homossexualidade "pecado"). Mas não podem propagar inverdades científicas, fortalecendo estigmas contra segmentos da população.

Nenhuma pessoa ou instituição está acima da Constituição e do ordenamento legal do Brasil, que veda qualquer tipo de discriminação.

Concessões públicas (como rádios ou TV's), manifestações públicas ou outros meios não podem ser usados para incitar ódio ou divulgar manifestações discriminatórias – seja contra mulheres, negros, índios, pessoas com deficiência ou homossexuais. A liberdade de culto não pode servir de escudo para ataques a honra ou a dignidade de qualquer pessoa ou grupo social.

3. É verdade que os termos orientação sexual e identidade de gênero são imprecisos e não definidos no PLC 122, e, portanto, o projeto é tecnicamente inconsistente?

Não, é mentira. Orientação sexual e identidade de gênero são termos consolidados cientificamente, em várias áreas do saber humano, principalmente psicologia, sociologia, estudos culturais, entre outras. Ademais, a legislação penal está repleta de exemplos de definições que não são detalhadas no corpo da lei.

Cabe ao juiz, a cada caso concreto, interpretar se houve ou não preconceito em virtude dos termos descritos na lei.

Fonte: Projeto Aliadas/ABGL

sexta-feira, 6 de maio de 2011

STF aprova por unanimidade união estável entre homossexuais



SÃO PAULO (Reuters) - O Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou na quinta-feira por unanimidade o reconhecimento da união estável para casais do mesmo sexo, o que coloca o Brasil num grupo de países que já tomaram decisões semelhantes.
Dos 11 ministros da mais alta Corte do país, dez votaram a favor, incluindo o relator Carlos Ayres Britto. Apenas o ministro Antonio Dias Toffoli se declarou impedido de votar porque atuou em uma das ações julgadas quando foi advogado-geral da União.
Os magistrados começaram na quarta-feira o julgamento de duas ações em sessão conjunta.
Uma delas foi protocolada pela Procuradoria-Geral da República, que busca o reconhecimento da união entre pessoas do mesmo sexo como entidade familiar. A ação também pede que os mesmos direitos e deveres dos companheiros nas uniões estáveis sejam estendidos aos companheiros nas uniões entre pessoas do mesmo sexo.
A outra ação, apresentada pelo governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, alega que o não reconhecimento da união homoafetiva contraria preceitos fundamentais como igualdade, liberdade e o princípio da dignidade da pessoa humana, todos da Constituição Federal.
Com esse argumento, a ação pede que o STF aplique o regime jurídico das uniões estáveis, previsto no Código Civil, às uniões homoafetivas de funcionários públicos civis do Rio de Janeiro.
O que está em discussão no Brasil é o reconhecimento da união estável entre homossexuais, e não o casamento, como já ocorreu em outros países.
Em julho de 2010, a Argentina se tornou a primeira nação latino-americana a autorizar homossexuais a se casarem e adotarem filhos, desafiando a oposição católica para engrossar as fileiras dos poucos países, em sua maioria europeus, que já contam com leis semelhantes.
Apenas alguns poucos países autorizam o casamento de pessoas do mesmo sexo, entre eles Holanda, Suécia, Portugal, Espanha e Canadá. Nos Estados Unidos, os homossexuais podem se casar apenas em cinco Estados e na capital Washington.
Em dezembro, uma lei aprovada pelos legisladores da Cidade do México concedeu aos homossexuais da cidade os mesmos direitos de casamento e adoção de filhos que os heterossexuais. O Uruguai autoriza casais homossexuais a adotar filhos, mas não a se casar.
(Por Bruno Marfinati)

Significado das cores na bandeira gay







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