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domingo, 4 de setembro de 2011


Nosso Estranho Amor - Caetano Veloso

por Antonia Lucia, domingo, 4 de setembro de 2011 



Não quero sugar todo seu leite
Nem quero você enfeite do meu ser
Apenas te peço que respeite
O meu louco querer
Não importa com quem você se deite
Que você se deleite seja com quem for
Apenas te peço que aceite
O meu estranho amor
Ah! Mainha deixa o ciúme chegar
Deixa o ciúme passar e sigamos juntos
Ah! Neguinha deixa eu gostar de você
Prá lá do meu coração não me diga
Nunca não
Teu corpo combina com meu jeito
Nós dois fomos feitos muito pra nós dois
Não valem dramáticos efeitos
Mas o que está depois
Não vamos fuçar nossos defeitos
Cravar sobre o peito as unhas do rancor
Lutemos mas só pelo direito
Ao nosso estranho amor

quarta-feira, 6 de julho de 2011


Bohemian Rhapsody

Queen

Composição: Freddie Mercury

Bohemian Rhapsody

Is this the real life?
Is this just fantasy?
Caught in a landslide
No escape from reality

Open your eyes
Look up to the skies and see
I'm just a poor boy
I need no sympathy

Because I'm easy come, easy go
A little high, little low
Anyway the wind blows
Doesn't really matter to me, to me

Mama, just killed a man
Put a gun against his head
Pulled my trigger, now he's dead
Mama, life had just begun

But now I've gone and thrown it all away
Mama, oh
Didn't mean to make you cry
If I'm not back again this time tomorrow

Carry on, carry on
As if nothing really matters

Too late, my time has come
Sends shivers down my spine
Body's aching all the time
Goodbye everybody, I've got to go

Gotta leave you all behind
And face the truth
Mama, oh, I don't want to die
I sometimes wish I'd never been born at all

I see a little silhouette of a man
Scaramouch, Scaramouch will you do the fandango
Thunderbolt and lightning, very, very frightening me
Galileo, Galileo

Galileo, Galileo
Galileo, Figaro, magnifico

But I'm just a poor boy and nobody loves me
He's just a poor boy from a poor family
Spare him his life from this monstrosity

Easy come, easy go, will you let me go
Bismillah! No, we will not let you go
Let him go

Bismillah! We will not let you go, let him go
Bismillah! We will not let you go, let me go
Will not let you go, let me go, never
Never let you go, let me go

Never let me go, oh
No, no, no, no, no, no, no
Oh mama mia, mama mia, mama mia let me go
Beelzebub has a devil put aside for me

For me (2x)

So you think
You can stone me and spit in my eye
So you think you can love me
And leave me to die

Oh baby, can't do this to me baby
Just gotta get out
Just gotta get right outta here

Oh, oh yeah, oh yeah

Nothing really matters
Anyone can see
Nothing really matters
Nothing really matters to me

Anyway the wind blows

Rapsódia Boêmia

Isso é a vida real?
Isso é só fantasia?
Pego num desmoronamento
Sem poder escapar da realidade

Abra seus olhos
Olhe para o céu e veja
Eu sou apenas um pobre menino,
Eu não preciso de compaixão

Porque eu venho fácil, fácil vou
E possuo altos e baixos
De qualquer jeito que o vento soprar,
Isso realmente não importa pra mim, pra mim

Mamãe, acabei de matar um homem
Coloquei uma arma em sua cabeça
Puxei o gatilho, agora ele está morto
Mamãe, a vida acabou de começar

Mas agora eu joguei tudo fora
Mamãe, ooo
Não foi minha intenção te fazer chorar
Se eu não estiver de volta a esta hora amanhã

Continue, continue
Como se nada realmente importasse

Tarde demais, chegou minha hora
Sinto arrepios em minha espinha
Meu corpo está doendo toda hora
Adeus a todos - eu agora tenho que ir

Tenho que deixar todos vocês para trás
E encarar a verdade
Mamma, ooo, eu não quero morrer
Às vezes eu desejo nunca ter nascido

Eu vejo uma pequena silhueta de um homem
Palhaço, palhaço você fará o fandango
Raios e relâmpagos me assustam muito, muito.
Gallileo, Gallileo,

Gallileo, Gallileo,
Gallileo Figaro - magnífico;

Mas eu sou apenas um pobre menino e ninguém me ama
Ele é só um pobre menino de uma pobre família
Poupe sua vida desta monstruosidade

Fácil vem, fácil vai - você vão me deixar ir?
Em nome de Deus! Não - nós não o deixaremos ir
Deixe-o ir

Em nome de Deus! Nós não o deixaremos ir - deixe-o ir
Em nome de Deus! Nós não o deixaremos ir - deixe-me ir
Não o deixe ir - deixe-me ir, nunca
Nunca deixar-te ir - deixe-me ir

Nunca deixe-me ir ooo
Não, não, não, não, não, não, não
Oh mamma mia, mamma mia, mamma mia deixe-me ir
Belzebu, tem um diabo reservado pra mim

Pra mim (2x)

Então você acha
Que pode me apedrejar e cuspir em meus olhos?
Então você acha que pode me amar
E me deixar pra morrer?

Oh baby - não pode fazer isso comigo, baby
Só tenho que sair
Só tenho que sair logo daqui

Oh, oh yeah, oh yeah

Nada realmente importa
Qualquer um pode ver
Nada realmente importa
Nada realmente importa pra mim

E de qualquer forma o vento sopra...

Wish You Were Here

Pink Floyd

Wish You Were Here

So,
So you think you can tell
Heaven from Hell,
Blue skies from pain
Can you tell a green field
From a cold steel rail?
A smile from a veil?
Do you think you can tell?

Did they get you to trade
Your heroes for ghosts?
Hot ashes for trees?
Hot air for a cool breeze?
Cold comfort for change?
Did you exchange
A walk on part in the war
For a lead role in a cage?

How I wish, how I wish you were here
We're just two lost souls
Swimming in a fish bowl,
Year after year,
Running over the same old ground.
What have we found?
The same old fears
Wish you were here

Queria Que Você Estivesse Aqui

assim,
Então você acha que pode dizer:
O céu do inferno
Céus azuis da dor
Você consegue distinguir um campo verde
A partir de um frio trilho de aço?
Um sorriso de um véu?
Você acha que você pode dizer?
Fizeram você negociar
Seus heróis por fantasmas?
Cinzas quentes por árvores?
Ar quente por uma brisa fria?
Conforto frio por mudança?
Você trocou
Uma caminhada em parte na guerra
Para um papel principal numa cela?
Como eu queria Como eu queria que você estivesse aqui
Somos apenas duas almas perdidas
Nadando em um aquário,
Ano após ano,
Correndo sobre este mesmo velho chão.
O que encontramos?
Os mesmos velhos medos
Queria que você estivesse aqui

sábado, 25 de junho de 2011


Bom dia!

Poucas musicas me fazem recordar, essa é uma delas .
Me lembro de muitas coisas principalmente do namorado que deixou boas recordações , dos melhores beijos, dos melhores passeios , das melhores aventuras, do nascimento de minha filha , do tempo que namorava com meu marido , do tempo em que era-mos apenas amigo " bons amigos" ,de momentos que jamais voltarão. Me lembro de tudo que aconteceu e que ficarão em minhas lembranças como  momentos inesquecíveis!
Queria apenas compartilhar um pouco de minha nostalgia  e que essa nostalgia seja boa para você assim como é para mim , e não se esqueça nunca de viver o presente  da melhor forma possível, por que o que  o passado não nos presenteou o futuro nos aguarda de braços abertos para fazer-mos o que  não pudemos no passado.
Se é casada , curta o Maximo que puder pois só existe esta oportunidade, não deixe se esvair entre os dedos, diga  que ama, beije, namore se não for casado e se for namore do mesmo jeito.
Viva a vida , pare para escutar seu filho pois o tempo passa rápido e quando quiser ouvi-los  não terão interesse em lhe dizer nada ! Dance, cante mesmo sem saber, brinque com seus filhos, vá a um parque de diversões e solte a criança que está dentro de você, explore  sua intimidade  com seu parceiro , seja feliz acima de tudo, um simples sorriso  já faz de um dia simples um dia inesquecível. Abra aquela  pasta que guarda cartas e cartões, ou aquele baú que  tem tanta coisa que  você mal se se lembra o que existe lá , desfaça   de tudo que te aborrece, vá tomar sorvete  e ao voltar  ponha a sua roupa mais bonita e comemore  com sua familia o presente mais valioso  que temos  " a vida" 

Bom dia 





Bom Dia, Anjo

Jairzinho Oliveira

Composição: Jair Oliveira

Em lençóis brancos você dorme
E eu em meu canto te admiro
Em teu descanso você brilha
Em seus encantos meus suspiros
Não acorde ainda, seja meu anjo
Guarde minha vida embaixo
De teus lençóis brancos
Sonhe melodias e acorde cantando
Deixe que o dia siga teus planos
Os teus planos.
Quando acordar
Bom dia
A madrugada vem te olhar tranqüila
E vai avisar
O dia
Que pode te acordar
Bom dia anjo.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Você connhece Paulo Vanzolini?





Paulo Emílio Vanzolini (São Paulo, 25 de abril de 1924) é um zoólogo e compositor brasileiro, autor de famosas canções como "Ronda", "Volta por Cima" e "Na Boca da Noite".
É um dos idealizadores da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e ativo colaborador do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, que com seu trabalho aumentou a coleção de répteis de cerca de 1,2 mil para 230 mil exemplares[carece de fontes].
Criou a Teoria dos Refúgios a partir de estudos conjuntos com o geomorfologista Aziz Ab'Saber e com o americano Ernest Williams. Refúgio foi o nome dado ao fenômeno detectado nas expedições de Vanzolini pela Amazônia, quando o clima chega ao extremo de liquidar com uma formação vegetal, reduzindo-a a pequenas porções. Assim formam-se espaços vazios no meio da mata fechada.

Documentários

Paulo Vanzolini filmou três documentários com o diretor Ricardo Dias, de cujo pai era amigo. Os dois primeiros sobre o seu trabalho como zoólogo e o terceiro sobre sua obra musical.

Discografia

  • 1967: Onze Sambas e uma Capoeira (vários intérpretes)
  • 1974: A Música de Paulo Vanzolini
  • 1981: Por Ele Mesmo
  • 2003: Acerto de Contas

Prêmios e condecorações

Paulo Vanzolini foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico.
Em agosto de 2008, o cientista e compositor foi também premiado pela Fundação Guggenheim, em Nova Iorque, em virtude de suas contribuições para o progresso da ciência. O mesmo prêmio foi dado a três outros cientistas brasileiros, em outras áreas além da biologia.



Volta Por Cima

Chorei, não procurei esconder
Todos viram, fingiram
Pena de mim, não precisava
Ali onde eu chorei
Qualquer um chorava
Dar a volta por cima que eu dei
Quero ver quem dava
Um homem de moral não fica no chão
Nem quer que mulher
Venha lhe dar a mão
Reconhece a queda e não desanima
Levanta, sacode a poeira
E dá a volta por cima


Ronda
Paulo Vanzolini

Composição : Paulo Vanzolini

De noite eu rondo a cidade
A te procurar sem encontrar
No meio de olhares espio em todos os bares
Você não está
Volto pra casa abatida
Desencantada da vida
O sonho alegria me dá
Nele você está
Ah, se eu tivesse quem bem me quisesse
Esse alguém me diria
Desiste, esta busca é inútil
Eu não desistia
Porém, com perfeita paciência
Volto a te buscar
Hei de encontrar
Bebendo com outras mulheres
Rolando um dadinho
Jogando bilhar
E neste dia então
Vai dar na primeira edição
Cena de sangue num bar
Da avenida são joão



  1. Alberto
  2. Amor de Trapo e Farrapo
  3. Capoeira do Arnaldo
  4. Cara Limpa
  5. Cravo Branco
  6. Cuitelinho
  7. Dançando na chuva
  8. Falta de mim
  9. Finado de José
  10. Na Boca da Noite
  1. Napoleão
  2. Pedralves
  3. Praça Clóvis
  4. Ronda
  5. Samba Abstrato
  6. Samba do Suicídio
  7. Samba Erudito
  8. Seu Barbosa
  9. Tempo e Espaço
  10. Volta Por Cima



Bom dia !!!!!!

domingo, 5 de junho de 2011

Primeiros Erros



Primeiros Erros

Kiko Zambianchi

Composição : Kiko Zambianchi
Meu caminho é cada manhã
Não procure saber onde vou
Meu destino não é de ninguém
Eu não deixo os meus passos no chão
Se você não entende, não vê
Se não me vê, não entende
Não procure saber onde estou
Se o meu jeito te surpreende
Se o meu corpo virasse sol
Minha mente virasse sol
Mas só chove e chove
Chove e chove
Se um dia eu pudesse ver
Meu passado inteiro
E fizesse parar chover
Nos primeiros erros
O meu corpo viraria sol
Minha mente viraria
Mas só chove e chove
Chove e chove

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Música baiana


Olá,
Me desculpem por ficar tanto tempo longe , estou  com problemas  de conectividade... ptzs
Meu laptop hoje resolveu funcionar... ÊBA!!!!!!
E para comemorar  esta proeza resolvi compartilhar o texto abaixo com vcs.
Comentem!!!!!!!!!
Ficarei muito feliz com seu comentário.
Leia até o fim .

Beijão 
Antonia  


Música baiana, em Estado de imbecilidade

Pagode baiano usa expressões chulas, palavrões que são reproduzidos por crianças, adolescentes e jovens, e que empobrecem a cultura e reforçam a ideia de um Estado analfabeto.

Quando alguém pronuncia a palavra analfabetismo na Bahia, e se essa declaração parte de um acadêmico, branco ou da elite, parece se tratar de racismo, discriminação e ódio.

E quando dizem que a música baiana está cada dia pior, e que o pagode não passa de mais um sonoro palavrão multiplicado por milhares de incautos, ignaros e estúpidos, certamente repetiriam, trata-se de mais um a ver-nos como “sub raça”, desinformados e inconformados.

Pois é. E quando essa declaração parte de um pardo, de origem negra e indígena, e que cursou apenas o segundo grau? Aí, certamente dirão, trata-se de um oportunista, um comunicador frustrado ou de alguém que não conseguiu galgar os seus objetivos.

Pois bem, esse rodeio, meio despretensioso, mas importante, é para falar do grau de imbecilidade a que chegou a música baiana, principalmente ao pagode aqui produzido e consumido. Não falo do Axé, que apesar da mesmice, não usa palavrões nem ridiculariza a Bahia como Estado analfabeto.

Como estudei numa das escolas mais influentes da Bahia, principalmente nos anos 50 e 60, o Colégio Central, participei da coletânea poética em homenagem ao sesquicentenário da instituição, fiz teatro e poesia nas ruas de Salvador, pronunciar algumas palavras (ões) e gestos obscenos da música baiana é assinar embaixo aos que dizem da Bahia no Brasil afora, a de que é um povo mal educado, e que só gosta de balançar o bundalelê.

E vendo de perto, em algumas coberturas jornalísticas Bahia adentro, chego a interrogar-me quanto às minhas origens. E chego a duvidar que tivemos em nosso berço um Raul Seixas, um Castro Alves, um Wally Salomão, um Jorge Amado – que mesmo produzindo alguns palavrões, nunca foi um turpilóquio, e tantos outros que enalteceram e alguns que ainda enaltecem e fazem lembrar que tínhamos uma cultura.

Mas, quando vou ao Campo Grande, e ouço Caetano Veloso dizer que Xanddy é lindo e que ele é uma das novas expressões culturais da Bahia chego a duvidar que sou baiano de verdade, daquele que comeu tripa seca e farinha de rosca pra não morrer de fome. E acho Caetano uma das maiores expressões da música mundial, apesar de requentar vez ou outra alguma música que no passado foi considerada brega.

O saudosismo aflora e me remete à década de 1980. Lá, até 1985, os shows em Salvador, no projeto verão, no Centro de Convenções da Bahia, eram bastante disputados. No palco, Gil, Caetano, Milton, Beto Guedes, Barão Vermelho e tantos outros que arrastavam multidões. Na Barra, shows com Morais Moreira, Luis Caldas e Armandinho com A Cor do Som, encantavam e lotavam a praia.

Retorno ao meu trabalho de coberturas de eventos com música baiana, e lá, estampada em minha frente, uma multidão de 20, 30 mil pessoas numa avenida. As meninas, os meninos, dançam como se tivessem sido libertados naquele instante. Mais parece um balé de zumbis, daquele extraído dos filmes de terror das décadas de 70 e 80. Ou então em um orgasmo coletivo, algo do tipo promovido César ou qualquer outro Calígula da nossa imaginação.

E em uníssono, eles repetem as frases, os refrões e fazem todo o gestual obsceno para completar o enredo empobrecedor. E o vocalista da banda grita, berra e pede para que todos ecoem aos quatros cantos; “Aponte o corno aí, diga que é corno”. E todos riem, como num circo, mas deveriam chorar ao debruçar a cabeça no travesseiro.

A grande maioria desempregada, deseducada e pobre. Desiludida pela face cruel do ensino que lhes oferecem nas escolas públicas, entregam-se aos bailes horrendos como se fossem a última ópera da vida deles. E se entregam de corpo e alma à missão.

Os maiores patrocinadores da música baiana no interior são as prefeituras, que gastam somas vultosas em festas, micaretas, aniversários e inaugurações, contratando bandas que em nada enriquecem a cultura popular, em detrimento das tradições, das raízes de cada cidade e de sua história. E lá se vão tubos e mais tubos de dinheiro público pelo ralo.


E aí vão me perguntar o que tenho feito para mudar o que já está construído. Nada. Sinto-me impotente. Apesar de radialista de profissão, jornalista por paixão, não consigo convencer ninguém do contrário. A música baiana vai continuar tocando assim durante muito tempo. Mas um dia acaba. Lutar contra o mercado é muito difícil. É uma máquina de fazer dinheiro a qualquer custo. E ninguém está preocupado com a educação, com a cultura, com as tradições. A mídia baiana enaltece, enobrece, escancara esses palavrórios como deuses. Até que duas meninas aparecem decapitadas numa esquina qualquer. De quem é a culpa?


Vanderley Soares
radialista/jornalista DRT 5892
Editor do Jornal Gazeta dos Municípios/Alagoinhas-Ba






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